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Durante a exibição do “Conversa com Bial” de segunda-feira (27/11), internautas mais atentos usaram as redes sociais para comentar censura da Globo à estrela vermelha no boné do quadrinista Gabriel Bá, uma das atrações do programa. Ouvido pela campanha Calar Jamais! na noite da terça (28/11), o artista confirmou a orientação prévia da emissora para que não usasse roupas com marcas aparentes, números ou símbolos que pudessem remeter a partidos políticos.

Mesmo assim, ele optou por usar um boné que trouxe do Vietnã, facilmente encontrado em lojas on-line do mundo inteiro e que, no Brasil, é vendido como “boné revolucionário”. O acessório é parecido com o que Fidel Castro usou grande parte da vida e com modelos usados por soldados do Exército Brasileiro e militares de outros países, com a diferença de ter uma estrela vermelha bordada, o que não passou no crivo da produção do programa.

Na quarta (29/11), o artista usou seu perfil no Facebook para falar sobre o assunto. “Foi minha escolha. Chegando no estúdio, o pessoal do figurino, respondendo à diretoria do programa, disse que a estrela não ia rolar. Claro que não fiquei contente, mas eu fiz uma escolha antes: a de ir com o boné. Entre entrar com a estrela coberta ou entrar sem boné, escolhi o boné. E escolheria novamente. Poderia ser um tucaninho azul e amarelo ou um número 45, o logo da Adidas ou o escudo do Palmeiras. Seria coberto da mesma maneira. Prefiro ver agora esse debate todo e o povo refletindo do que simplesmente ter entrado sem boné.”

Leia o post de Gabriel Bá: https://tinyurl.com/ybvmdun5


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