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Compartilhado pelo deputado Eduardo Bolsonaro sob a chamada: “Menino que usar batom ganhará nota em colégio particular do Rio”, o áudio viralizou. Até o ator Carlos Vereza teria compartilhado o boato, “numa versão ainda mais distorcida dos fatos”, como relata a matéria.

A estudante Marina, de 17 anos, declarou ao jornal que a proposta do trabalho era “explicar o que significa se olhar no espelho e não se reconhecer. A gente queria falar de respeito e empatia”. O celular da professora responsável pela turma foi divulgado na internet e ela começou a receber ameaças. Diante da mobilização raivosa, a turma se viu obrigada a desistir do debate. O diretor e fundador da escola, Armando Pinheiro Guimarães, disse ao El País lamentar a imposição do que chamou de “mordaça” nos estudantes.

A campanha Calar Jamais! se solidariza com os estudantes e lamenta que mais uma vez a manifestação de intolerância e fundamentalismo moral grosseiro resultem em censura dentro de uma escola. Precisamos continuar denunciando a censura a debates urgentes e relevantes para a sociedade brasileira. A escola deveria ser um lugar de reflexão crítica da realidade, e não lugar de reafirmação de autoritarismos e censura.


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#LiberdadeExpressão
#CalarJamais

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